Segundo o Gartner, até 2012 pelo menos um terço das aplicações serão contratadas no modelo de Software como Serviço (SaaS), isso significa que as empresas não precisarão desembolsar grandes quantias, poderão contratar o software conforme a demanda do seu negócio, reforçando o post aterior A conta de TI no débito automático.
Para conferir as previsões do Gartner para 2012 Clique aqui.
Antes da popularização da energia elétrica, potencializada pelo gênio Thomas Edison, as empresas eram obrigadas a ter estruturas gigantescas para garantir o funcionamento de suas máquinas e aparelhos elétricos.
Os anos foram passando, e hoje não nos preocupamos mais com isto (não da mesma forma que antes), nos acostumamos a pagar um valor todo mês para a fornecedora de energia elétrica, não nos importando qual a estrutura do fornecedor, seja ele a Celesc, Cemig, etc. O que nos importa é que a energia elétrica chegue até as nossas casas e empresas.
Com a indústria de TI podemos observar um fenômeno bastante similar, potencializado por links de internet cada vez melhores (e mais baratos), inovações de empresas como o Google (Google Docs, Youtube, Gmail, etc), a brilhante fase da WEB 2.0, dentre outras. Mas para mim o maior destaque desta revolução é o Software como Serviço (SaaS).
Imagine que ao invés de se preocupar com a manutenção e constante dimensionamento dos servidores de banco de dados, aplicação, web, serviços de backup, aplicação de atualizações (que são sempre dolorosas), segurança (física e lógica), disponibilidade, flexibilidade, e uma infinidade de atividades operacionais; você pode deixar isto para um provedor especialista, e pagar uma assinatura para apenas utilizar o software, esteja você na empresa, em casa, na praia, ou em qualquer lugar, basta ter um acesso a internet.
A “revolução” ocasionada pelo Software como Serviço (SaaS) é um caminho sem volta. Por indicação do meu amigo Ubirajara de Oliveira, tive a oportunidade de ler o novo livro de Nicholas Carr, onde ele aborda exatamente esta mudança que estamos presenciando, onde as empresas deixam de ter estruturas gigantescas de TI internas.
Após a leitura do livro, aproveite para incluir as contas de Luz e SaaS no débito automático!
12 de abril de 2000. O mundo presenciava uma dos momentos mais dramáticos da carreira de um esportista. Voltando de uma grave lesão, Ronaldo em seu primeiro lance rompe totalmente a patela do joelho direito. Quase dois anos depois, o grande fenômeno deu a volta por cima, foi artilheiro da copa do mundo de 2002 e provou para o mundo que ainda era fenômeno.
O primeiro post de 2008 vem com uma novidade na minha carreira. Aceitei o grande desafio de assumir a área comercial da Datasul para SaaS (Software as a Service). Este é um mercado que vem crescendo muito nos últimos anos, e muito provavelmente irá ultrapassar o mercado convencional de software (na minha opinião no máximo em 5 anos).
Já que o tópico é sobre mudanças, quero compartilhar com vocês o poema Mude, de Edson Marques.